porque o nenê falou;
they both went to the frisco and joined the s.l.a
porque o nenê falou;
they both went to the frisco and joined the s.l.a
james bond - a serviço secreto de sua majestade
<3
figurino e instalações favoritas
HAHAHAHA
just remember to check whether your brand new girl has the same name as your mom or doesn’t (via juiceinabox)
fiquei até arrepiada, hahaha lame.
outra coisa comentável: plataformas.
(essa foto foi extraída de um dos meus blogs favoritos, que eu considero ter boa informação de moda)
graças à febre cafona que dominou o brasil desde meados de 2005, as botas com plataformas condenam qualquer pessoa que ouse usar o modelo a serem consideradas, hum… bregas? recentemente uma amiga alemã visitou o brasil, e não conseguindo entender porque 80% das meninas que circulam nas ruas usam esse modelo, me perguntou porque elas circulam por aí quase sempre 10 cm acima do solo. fiquei pensando numa boa resposta.

não dá. me convença que colocar o look mais incrível com uma plataforma dessas, sair na rua, e não ser comparada com alguém que comprou o sapato numa dessas marcas que vende para o brasil inteiro, do oiapoque ao chuí. e não cito as fast fashion, muito pelo contrário - renners, c&as e riachuellos têm feito sapatos bacanas e com alguma bagagem de informação de moda.
observo em blogs que vão do velho continente até os tigres asiáticos modelos platafórmios (?!) em listas de wishlist. não sei como responder essa fixação das adolescentes brasileiras, talvez seria uma tentativa de projetar a imagem de uma garota diferente do normal, que na realidade raramente passa dos 1,70m? cresci ouvindo que os orientais insistem em ilustrar olhos gigantes nos animes (ou mangá? que seja, foda-se) por terem uma tremenda frustração com seus próprios olhos puxados, pequenos. seria, então, a obsessão tupiniquim pela plataforma uma tosca e falida tentativa por tentar parecer mais altas, elegantes, europeias?
tudo bem que não peguei o modelo mais adequado, ilustrei com um típico pisante que se vê pelas calçadas brasileñas (ainda mais quando se trata das chuvosas calçadas curitibanas). me refiro, na verdade, ao que foi proposto e muito visto nas passarelas primaveiris de nova iorque, londres, milão e paris, as plataformas que podem ser consideradas must-have, edgys, & whatnot.
engodo de texto? são só devaneios. de qualquer forma, plataforma como item desejável, pelo menos no meu caso, não cola não.
moletão.
Hannah McGibbons (chefsdesigner Chloé)
speaks for itself. e não, né?
eu uso uma roupa assim pra dormir. pra pintar o cabelo. pra ver tv merda. pra qualquer coisa, menos pra ser referência.
“A promoção das frivolidades só se pôde efetuar porque novas normas se impuseram, desqualificando o culto heroico de essência feudal e a moral cristã tradicional, que considera as frivolidades como signos do pecado do orgulho”, afirma Lipovetsky. “Da ideia de altivez relativa à dignificação das coisas terrestres saiu o culto moderno da moda, uma das manifestações (…) da humanização do sublime.” O filósofo não separa a moda – e, assim, o fascínio pelo Novo – da ideologia individualista, do culto ao bem-estar, aos gozos materiais, ao desejo de liberdade, à vontade de enfraquecer a autoridade e as coações morais, ao triunfo da ideologia do prazer.
No entanto, Lipovetsky lembra que a busca dos valores individuais traz um fenômeno ainda mais estranho que o estudado pelos senhores psicólogos acima: a “solidão em massa” refl etida no número cada vez maior de suicídios. “A era da moda consumada é inseparável da fratura na comunidade e do déficit de comunicação: as pessoas se queixam de não serem compreendidas ou ouvidas, de não saberem se exprimir” – uma festa de autistas que lembra um pouco uma rave impulsionada por ecstasy, ou uma sessão furibunda de Twitter movida a banda larga.
O pensador francês sugere que vivemos um segundo momento da Era do Vazio, em que “a busca da riqueza não tem nenhum objetivo senão excitar admiração ou inveja”. Nesse mundo ultracompetitivo, o Outro só faz sentido se viabilizar o sucesso do Eu. No igualmente sombrio e triunfante A Era do Vazio, Lipovetsky aproxima os conceitos de vacuidade e vaidade, vazio e Narciso: “Que outra imagem é melhor para significar a emergência de individualismo na sensibilidade psicológica, centrada sobre a realização emocional de si mesma, ávida de juventude, de esportes, de ritmo? (…) O neonarcisismo é psicologia pop: a expressão sem retoques, a prioridade do ato de comunicação sobre a natureza do comunicado, a indiferença em relação aos conteúdos, a assimilação lúdica do sentido, a comunicação sem finalidade e sem público, o remetente transformado em seu principal destinatário”.
Em uma imagem que resuma tudo: o meu elegante amigo observando-me superior por trás das lentes falsas, feliz da vida por enganar a si mesmo.
fonte: Vida Simples
capa de outubro da revista Vida Simples: A era do “tô me achando”
Como não consegui uma imagem grande o suficiente, colo a gravada do texto:
“A era do tô me achando
Por que necessitamos cada vez mais da aprovação, do amor, da admiração e (até) da inveja dos outros? Entenda como funcionam os mecanismos da vaidade – e saiba como se imunizar para não ficar se achando a última bolacha do pacote.”
Enquadrar e mandar de presente não seria má ideia.
sempre gostei da logo do philadelphia phillies e essa alternate nesse ad é super legal!